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sábado, 22 de junho de 2019

Principais Críticas do Modelo Taylorista do Processo Produtivo (Frederick Taylor)


Imagem de Frederick Winslow Taylor
           Sabemos que Taylor desenvolveu métodos e técnicas que influenciaram e influenciam até os dias atuais às práticas industriais e de gestão do mundo todo. Extremo colaborador que inovou as relações de administração como um todo.
                   
                   Irei citar as críticas mais impactantes para o modelo Taylorista do processo produtivo. Pois bem, dentro do contexto do aprimoramento das formas de controle da execução de tarefas, aquela na qual sabemos que tira um papel de chefe opressor de cima dos operários e cria um setor de planejamento para repassar as ordens, dividindo as tarefas de forma racional, não é nada mais que uma técnica social de dominação. Faz-se com que o colaborador entenda o sentido da ação, ele então sente que possui um valor na corporação ou indústria, além também da "impessoalização" das ordens, tais exemplo de forma "sutis" que fazem com que o colaborador se submeta sem a necessidade de violência ou coação.

Cita-se também que a racionalização do processo de trabalho traz irracionalidade também, do ponto de vista que se acaba a valorização do sentimento, da emoção e do desejo, as pessoas são vistas como mercadorias onde um superior as manipulam como se fossem dinheiro, por exemplo.

O Filósofo Jürgen Habermas, mostra em análise os efeitos perversos do sistema de produção, e se opõe à razão instrumental e razão comunicativa, Jürgen Habermas diz que a lógica da razão instrumental se sobrepõe em setores na qual deveriam ser conduzidos pela razão comunicativa, de forma que as experiências pessoais e a comunicação em si, ainda são valiosos e contribuem grandiosamente. Não rejeita-se a razão, mas apenas verifica-se a necessidade de analisar em qual lugar alocar de melhor forma a razão e a humanização.


Ao citar utilize: 

MARCOS, Lucas Abrao Cunha. Principais Críticas do Modelo Taylorista do Processo Produtivo (Frederick Taylor). [S. l.], 22 jun. 2019. Disponível em: https://learnadm.blogspot.com/2019/06/criticas-modelo-produtivo-frederick-taylor.html. Acesso em: 22 jun. 2019.

terça-feira, 18 de junho de 2019

Teoria Clássica da Administração de Fayol


Pai da Teoria Clássica da Administração
Jules Henry Fayol


            Henry Fayol foi um engenheiro francês nascido em 1841 e desenvolveu métodos de melhoria organizacional ou seja, é conhecido como fundador da Teoria Clássica da Administração, enquanto Taylor na administração científica tinha ênfase nas tarefas, como a busca da maior eficiência a nível operacional, Fayol focou na estrutura em si, que visava maior eficiência por meio da forma e disposição dos órgãos componentes da organização e das suas inter-relações estruturais – ambas teorias fazem parte da abordagem clássica da administração. Na teoria clássica, a administração era tratada como ciência, e buscava-se uma formula que pudesse ser usada em qualquer prática administrativa.

 Fayol fixou que os elementos do processo administrativo são prever, organizar, comandar, coordenar e controlar e que como toda ciência tem princípios definiu os princípios gerais da administração, a saber: Divisão do trabalho, autoridade e responsabilidade, disciplina, unidade de comando, unidade de direção, subordinação dos interesses individuais aos gerais, remuneração do pessoal, centralização, cadeia escalar, ordem, equidade, estabilidade de pessoal, iniciativa e espirito de equipe. Porém, a teoria clássica teve críticas, por ter uma abordagem simplificada da organização formal, ausência de trabalhos experimentais (o que difere da abordagem de Taylor), por possuir extremo racionalismo na concepção da administração, ter uma abordagem incompleta da organização e uma abordagem de sistema fechado.

Referência: CHIAVENATO, Idalberto. Teoria Geral da Administração. 8. ed. São Paulo: Campus, 2011

Teoria da Administração Científica de Taylor


Frederick Winslow Taylor
Frederick Winslow Taylor nascido na Pensilvânia – EUA em 1856, foi considerado pai da organização científica do trabalho e um dos contribuintes para o desenvolvimento industrial do século XX, tal desenvolvimento que se deu por conta da necessidade que Taylor verificou; a de alterar os padrões da organização administrativa para obter métodos que melhor beneficiasse não tão somente as corporações em si, mas também para os trabalhadores da época que se encontravam em um sistema de remuneração, produção e condições de trabalho deploráveis. Então para isso procurou utilizar processos científicos, ou seja, métodos de observação e experimentação para melhorar a eficiência operacional, sendo partes dessa eficiência: a melhoria das condições do rendimento do trabalho e o aumento de produtividade dos operários, tendo em vista que foram bem-sucedidos tais processos Taylor passou para a fase de caracterização dos princípios baseados na delicadeza da observação científica em si. 

Inicialmente, introduziu três princípios, a saber: o de análise de aptidão de cada operário para atribui-los as tarefas que mais fossem adequadas, pode-se dizer, para aquele “perfil”; solicitar o máximo de produtividade que poderia se esperar para aquele tipo ou categoria de trabalhador; e que cada operário que realizasse maior produção, ou seja a maior soma de trabalho, recebesse remuneração adequada que de acordo com Taylor (1971. p. 17) fosse 30 a 50 por cento superior à média dos trabalhadores de sua classe. Estes três enunciados foram as orientações gerais primordiais, que buscava remunerar os trabalhadores em retribuição da sua produção, logo em seguida, evidenciou os seguintes objetivos: A busca por uma ciência que se encaixasse a cada fase do trabalho; realização de uma prévia seleção do melhor trabalhador para cada tipo de serviço, de toda forma, a própria corporação também passaria a treina-los; cooperação entre direção e os trabalhadores e a divisão do trabalho igual para os diversos setores para que nenhum caísse em sobrecarga, cada qual setor, realizaria então suas melhores tarefas baseadas em aptidão verificada. Por fim, expôs regras técnicas e normas para o trabalho de usina ou oficina, separou as funções de preparação e execução, pois seria necessário agentes de preparação ligados aos operários diretamente e viu a necessidade de ter encarregados para os setores – logo, a contribuição real foi a introdução do método cientifico nas industrias em vista a substituição dos processos rotineiros defasados da época.



Referência: 
TAYLOR, Frederick Winslow. Princípios da Administração Científica. Tradução: Arlindo Vieira Ramos. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2012.

sábado, 15 de junho de 2019


Tipos de Organização - Segundo Parsons, Etzioni, Blau & Scott (Resumo)


variados tipos de organização
Existem diversos tipos de organização!
Iniciamos por entender que existem dois tipos de organização, propriamente ditas por meio do entender legal – a organização formal: que é um sistema de atividades ou de forças, de duas ou mais pessoas, conscientemente coordenadas. Ou seja, no âmbito do Brasil, este tipo de organização possui um CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas); e também a organização informal: que nada mais é que um agregado de contatos e interações pessoais e os agrupamentos de pessoas associadas, uma organização informal diferente da organização formal não possui CNPJ ou estatutos, regras impostas de forma escritas ou fiscalização.

            Porém, segundo Parsons existem ainda, entrando mais a fundo nas concepções de organizações: Organização de produção; organização orientada às metas políticas; organização integradora e organização de manutenção de padrões. Explicando cada uma delas respectivamente, temos: a definição de que organização de produção nada mais é aquela que produz ou fabrica, bens de consumo para a sociedade; organização orientada a metas políticas, e curiosamente ainda que o nome faça alusão, realmente não tem nenhuma ligação com corporações partidárias de eleições, ou seja, são aquelas que procuram assegurar que a sociedade atinja metas que atribua valor; as organizações integradoras que buscam resolver conflitos, direcionar as motivações para a concretização de expectativas institucionalizadas e por fim as organizações de manutenção de padrões que buscar a continuidade da sociedade por meio de expressões, atividades educacionais e culturais.

            Expondo em continuidade, temos a tipologia definida por Etzioni que definiu serem três, à saber: Organizações coercitivas onde é imposto o poder, por força ou por seja lá quaisquer outros métodos para realmente coagir os indivíduos participantes com o interesse de atingir o objetivo definido; as organizações utilitárias onde o poder é o econômico, utiliza-se remuneração como principal controlador, as pessoas então se envolvem de acordo com os benefícios que esperam obter; por fim temos as organizações normativas que utilizam o controle moral para influenciar os participantes, cria-se um objetivo e métodos para chegar no objetivo definido pela organização e claramente por força moral esse objetivo é pretendido.

            Blau & Scott definem em conclusão, que existem, Organização de benefícios mútuos, onde os próprios membros são os beneficiários; organizações privadas onde os proprietários são os beneficiários; organização prestadoras de serviços onde os clientes são os beneficiários e organizações comunitárias onde o público em geral se beneficia.

Comentário próprio: Pessoal, esse assunto é de 1º período, bem resumido, eu mesmo desenvolvi. É muito importante estudar toda a teoria geral da administração e é importante também se aprofundar sobre os tipos de organização - cada uma tem seu modo de funcionamento e o administrador deve saber lidar com todas elas. (Exceto é claro, com as empresas coercitivas hihihi, se existem no Brasil, devem estar bem escondidas)

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